To be or not to be

Posted in Almanaque with tags , , on 23 de abril de 2014 by césar augusto

Há 450 anos atrás, nasceu um dos maiores dramaturgos da humanidade. William Shakespeare nasceu e fez uma revolução na lingua inglesa como uma prosa simples e a força de um texto que conta história de seu povo como referência para as gerações futuras de leitores, autores e atores que sempre encenam suas peças.

Shakespeare fundou o teatro britânico como uma arte onde todas as classes sociais tinham acesso. Do simples cidadão até o nobre que faz parte da corte real. Ele simboliza o renascimento de seu país após lutas pelo trono batalhas entre Londres e o Vaticano como a a criação da igreja anglicana e a ascensão da rainha Elizabeth.

Suas obras como Megera Domada, Otelo, Romeu e Juieta, Ricardo III e Hamlet fazem parte da consciência mundial por revelar a alma humana sob diferentes aspectos da vida. Os textos desse autor britânico continua ser atual em um mundo que vive sobre dilemas morais e éticos da humanidade confusa.

O verso Ser ou não ser eis a questão, na peça Hamlet é uma mostra da qualidade do texto de Shakespeare. Um verso de poucas palavras, mas de força impressionante. Nós somos vítimas deste dilema Shakespeariano quando deparamos com uma pergunta tão peculiar como essencial para entender nossas vidas.

Shakespeare faz 450 anos e nós ficamos impressionados com um texto tão belo que é uma música para nossos ouvidos tão prejudicado com as palavras produzidas por autores mediocres. Ele fortaleceu a lingua inglesa com uma prosa interessante que nos prende a atenção. Esse é modo shakesperiano de ver o mundo.

Imagens do dia

Posted in Imagens on 23 de abril de 2014 by césar augusto

Imagens do dia – 23 de abril de 2014

Veja as fotos do dia. Fonte: Portal UOL.

Os 90 anos de Mugabe

Posted in Periscópio with tags , , on 22 de abril de 2014 by césar augusto

Sexta-feira passada, a BBC World News exibiu o programa Our World com uma entrevista com o presidente do Zimbabue, Robert Mugabe. Ele completa 90 anos de idade além de permanecer no poder desde da independência do país africano em 1980. Apesar da idade, ele mostrou confiança que seus atos controversos durante 34 anos de governo.

Para este que vos escreve, vejo Mugabe como um líder afetado pela idade, mas que quer permanecer no poder como uma forma de criar uma mística em torno de sua pessoa. Isso é normal entre os líderes africanos, que sempre veneram o ditador zimbabuense. Por mais que ele seja um político culto e que sempre critica o passado colonialista britânico.

Mugabe não está preparado para deixar o poder. Ele quer permanecer no poder  em um momento no qual o país passa por uma recuperação econômica desde da crise de 2008 com uma alta inflação. O boom dos recursos naturais como as reservas de diamantes brutos é um dos motivos para a permanência do ser nonagenário.

Mugabe não tem boas relações com o ocidente desde que fez uma controversa reforma agrária que beneficiou a população tribal e negra ao retirar os títulos de propriedade dos fazendeiros brancos. Isso forçou a saída de 3/4 dos descedentes de britânicos do território africano em 1997, quando o governo britânico reviu o programa de pagamentos de terra.

Desde de então, o Zimbabue vive com as sanções do países ocidentais, mas a adoração dos líderes africanos que querem ficar por muito tempo no poder e com uma alta taxa de populariedade como Robert Mugabe. Bem, ele está com 90 anos e parece não querer sair do poder. Este é o destino do Zimbabue, o feudo de Mugabe.

Imagens do dia

Posted in Imagens on 22 de abril de 2014 by césar augusto

Imagens do dia – 22 de abril de 2014

Veja as fotos do dia. Fonte: Portal UOL.

Luciano do Valle

Posted in Perfil on 19 de abril de 2014 by césar augusto

A melhor homenagem ao narrador que sempre teve o esporte como sua alma é ouvir suas narrações. Obrigado Luciano do Valle

O eterno Bouteflika

Posted in Periscópio with tags , on 18 de abril de 2014 by césar augusto

Ontem, os argelinos foram as urnas para escolher um novo presidente. Na disputa está o atual mandatário Abdelaziz Bouteflika e o oposicionista  Ali Benflis. A questão principal deste pleito é a capacidade do lider argelino de exercer o seu mandato mesmo tendo sofrido um derrame cerebral e aparecer raramente em público.

O político de 77 anos, Bouteflika padece do mesmo mal que assola os líderes autoritários. A tentação de permanecer no poder por tempo indeterminado. Os méritos dele ter conduzido o país a paz depois de uma sangrenta guerra civil entre as forças de seguranças e a guerrilha islâmica.

Depois do ataque a refinaria da British Petroleum no deserto. A Argélia tem aparecido pouco no noticiário internacional. Até hoje, está mal-explicado como foi a atuação das forças armadas argelinas durante a ação terrorista. Isso se deve ao fato do país permanecer em sua eterna democracia autoritária.

O que os argelinos veem em um lider tão debilitado como Bouteflika. Ele não é um cavalheiro da esperança, mas sim um representante do status quo local que se mantém no poder desde da independência do país do domínio colonial francês em 1962 e com as suas lutas internas.

Não sabemos se os 51.7% dos 23 milhões de argelinos que estão aptos a votar decidirão pela mudança representada por Ali Benflis ou na continuidade de Bouteflika. Está decisão será importante para o futuro do país africano. Temos que esperar as notícias vindas de Argel para saber o futuro da Argélia.

Gabriel García Márquez

Posted in Perfil with tags on 17 de abril de 2014 by césar augusto

Macondo, uma cidade ficticia em um país chamado Colômbia. Esse foi cenário de Gabriel García Márquez, que morreu aos 87 anos. Vítima de um cancer que atingia pulmões, figado e ganglios. Ele foi uma figura importante da literatura colombiana e latino-americana com seu realismo mágico.

Gabo, como era conhecido por seus amigos e admiradores. Tinha um estilo literário onde a realidade era o subterfúgio do surrealismo de seu país. Ele escrevia histórias que nos faziam imaginar como seria este mundo tão fantástico se fosse adaptado para os cinemas de todo planeta.

Gabo era amigo de um ditador como Fidel Castro e cumpria tarefas revolucionárias como achar um cachorro da raça Fila brasileiro que pesa mais 80 quilos como foi contada pelo escritor Fernando Moraes a revista Playboy. Ele tinha um carinho enorme pela tal revolução.

Gabo levou um soco de outro grande gênio da literatura latino-americana como o peruano Mario Vargas Llosa por causa de ciúmes. Enfim, uma amizade que se encerrou com um olho roxo e para a tristeza dos amantes das palavras que somos conduzidos ao mundo surreal.

Gabo nos deixa com o dever cumprido de ser uma voz dos anseios e esperanças de uma sociedade tão complexa como a latino-americana. mas ele estará eterno em nossas lembranças como escritor que ganhou um  nobel de literatura e que sempre queria ser um pianista que toca uma música para o casal de amantes dançarem lentamente. Sentiremos falta de Macondo de Gabriel García Márquez.

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