Apredendo Hóquei

Quando era pré-adolescente, eu sempre quis jogar taco e basquete. Bem, eu fazia natação por recomendação de minha mãe enquanto os meus colegas não me permitiram jogar taco por me achar um fraco com a condução de uma bola ou manusear um taco de madeira. Passado-se este tempo, estou a voltas de criar um blog sobre NHL.

Isso me soa recorrente porque fui aquele garoto que era o último a ser escolhido para os times de futebol, basquete e queimada pela pouca habilidade esportiva. Agora, me vejo como um sujeito que quer ganhar o tempo perdido ao criar blogs de esportes para dar conta do serviço que faço com muito orgulho porque estou rompendo uma barreira dentro de minha mente.

Um serviço que vou fazer é criar um blog de Hóquei no Gelo para dar conta da demanda da torcida de times como Pittsburgh Penguins e Las Vegas Goldenknights que desejam ser informados sobre seus times, mas tem poucos sites em português que possam fazer uma cobertura decente para aqueles fãs que se esforçam para acompanhar a sua franquia de coração no streaming corsário da vida.

Estou ainda pensando em expandir a seção esportiva do mundo do césão para NBA e deixar o HC Esporte Clube para crônicas esportivas discutindo outros esportes como Rugby, Baseball e Cricket. Isso vai levar um tempo para se concretizar e além de formatar tais ideias para fortalecer a divisão esportiva do mesmo dando um passo de cada vez.

Isso pode permitir que podemos fazer um boa cobertura do esportes americanos e além de oferecer uma ampla frente de informações de competições como jogos de inverno e um espaço para uma opinião mais apurada do assunto para que o leitor possa ter noção exata sobre o real estágio de sua franquia de coração. Bem, os meus colegas não deveriam ter me boicotado no taco.

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Dea

Tenho uma amiga conhecida como Dea. Ela já escreveu para este blog em 2013. Hoje, Dea completa 29 anos. Mas o mundo se transformou nos últimos 29 anos onde Dea foi uma testemunha que tinha que lidar com os transtornos modernos junto com um enorme sentimento que seus pais a nutriam para lhe ensinar a lidar com as incertezas do mundo.

Em 1987, O Reino Unido foi as urnas para referendar um terceiro mandato para a primeira-ministra conservadora Margaret Thatcher após ela ter enfrentado os sindicatos em uma greve dos trabalhadores das minas de carvão que durou um ano e meio em junho de 1984 a dezembro de 1985 junto com as reformas econômicas que a premiê britânica defendia com um vigor nunca visto.

Ao mesmo tempo, Thatcher era venerada na então União Soviética por ser uma mulher simples que ascendeu ao cargo de primeira-ministra. E se pensar que Margaret foi chamada de Dama de Ferro pelo agência de notícias soviética Tass em 1975. Isso ajudou a fortalecer as relações entre americanos e soviéticos sendo liderados por Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev respectivamente.

Mas no Brasil de 1987, o Plano Cruzado era uma catástrofe econômica-social. O ministro da Fazenda, Dilson Funaro foi substuído por Luiz Carlos Bresser Pereira e seu malfadado Plano Bresser. Mas não deu certo. Ele teve que ser trocado por Maílson da Nóbrega que teve gestar uma nova solução para o nosso descaminho econômico de uma década perdida.

Dea, este ano de 1987 foi complicado pra burro. Mas sempre tem uma boa visão para o horizonte onde se mostra um caminho interessante e complicado como são os momentos de nossas vidas. Espero que vossa senhoria tenha juízo para lidar com este cenário tão imprevisível que se tornou o mundo moderno e parabéns por completar 29 anos de vida.

Algo pessoal

Estou na blogosfera desde de 2008. Eu fui incentivado pelo meu professor Johnson para ter um blog. Criei um espaço próprio onde não roubei nada de ninguém. Isso me dá orgulho. Mas sentia falta de fazer algo mais pessoal. Eu estava falando questões mundiais e se esqueci do meu lado humano ao dividir algo com os poucos leitores deste humilde diário virtual.

Então, criei outros blogs para atender a demanda por informação além de criar espaços próprios para tratar de assuntos importantes. Mas hoje, quero dizer que o Homo Causticus será um blog pessoal onde posso falar sobre o mundo e a humanidade de forma simples e tenho um público que preciso atender a expectativa de textos simples e inteligentes.

A criação de outros blogs atende a demanda de fornecer um bom serviço tendo com a matéria-prima um bom conteúdo em que o leitor esteja interessado em ler. Isso é primordial para se criar um público cativo que possa te compreender através de suas palavras em comentários educados e te ensinando a ter uma sensibilidade sobre o mundo moderno.

Isso não quer dizer que vou deixar de escrever no Homo Causticus. Vou publicar textos de domingo a sexta e postar um podcast aos sábados. Isto é de fundamental importância para mim que publica textos grandes diariamente e criou um público ao longo de 6 anos com humor, inteligência e explorando o inexplorado com bons textos sobre o mundo e a humanidade.

Agora, o Homo Causticus faz parte de um conglomerado que está sob minha propriedade e que pretende criar uma nova relação de amizade e companheirismo através de uma cumplicidade sobre o mundo moderno que está em plena fase de desumanização completa. Mas nunca vou esquecer do nosso slogan: Um blog a serviço da humanidade.

Qual é o assunto

A humanidade sempre tem os seus momentos de alienação de assuntos importantes para a vida. Mas hoje, uma amiga minha me perguntou sobre as primárias nos Estados Unidos por não entender a mesma. As vezes, meu amigo AVC me manda uma tonelada de dados sobre o seu clube de futebol de coração, o alemão Borussia Dortmund (coisas da globalização, meus amigos).

Mas penso que os meus amigos citados tem pouco tato quando conversam com outras pessoas quando falam do Borussia ou perguntam sobre um assunto que não conhece. A assimilação de notícias junto com o domínio de um conhecimento cria a famosa fala de que tal pessoa é culta. O que não deixa de ser verdade. O problema é como lidar com tais pessoas que dominam isso.

Dividir o conhecimento é a plenitude da inteligência. Mas precisa ter o dom de conseguir explicar algo distante para uma pessoa não familiarizada com assunto em questão porque isso cria uma sensação de inferioridade. É como mostrar que tal pessoa é uma burra por não entender algo que você fala e fica com medo de interromper para lhe perguntar sobre o que está falando.

As vezes penso que irrito o professor da FAAP ao lhe avisar sobre as primárias americanas ou tenho que ouvir o senhor de 51 anos divagando sobre Freud como uma forma de contar vantagem sobre mim. Quero esclarecer e entender o mundo que vivemos sem ter que apelar para uma teoria freudiana que fala do sexo como a essência da humanidade ou fazer uma resenha do novo livro de Henry Kissinger.

A díficil missão de escrever sobre o mundo e a humanidade é muito interessante para quem está disposto a isso. Mas temos que ter a consciência de que uma parte do seu público não entender sobre o que você está falando. A melhor coisa para se fazer é ler e estudar sobre os enigmas da humanidade (e não ficar lendo noticia de mulher gostosa no Ego) para conversar sobre democracia americana e Borussia Dortmund.

29 de fevereiro de 2016

Bem, estamos em um ano bissexto onde teremos 366 dias. A cada quatro anos temos a efeméride do dia 29 de fevereiro. Mas como iremos lembrar de um dia que só acontece em um intervalo de 4 anos? Isso reforça nosso trabalho de informar o mundo sobre os fatos que ocorreram nesta data para que o humilde leitor deste blog se sinta informado e lembrar do dia que:

  • A Argentina conseguiu um acordo de 95 bilhões de dólares para quitar uma dívida com seus credores.
  • Os imigrantes que estão na fronteira entre a Grécia e a Macedônia derrubaram a cerca que dividia os dois países para tentar a vida na Europa
  • O carro autônomo da Google sofre o seu primeiro acidente.
  • A justiça americana decide a favor da Apple na questão de ceder dados criptográficos para o FBI.
  • A França vive um conflito dentro do governo do premiê Manuel Valls sobre a reforma no código trabalhista.

Essas são as notícias de 29 de fevereiro de 2016. Até 2020.

Por um humor engraçado

Nessa semana, postei um texto sobre a confusão entre o Pânico e os cosplayers. Preciso esclarecer que não tenho nada contra aos adeptos de tal estilo de vida. Mas conversando com os meus amigos. Percebi que o brasileiro demanda de um humor engraçado onde os humoristas tem falhado em tal objetivo.

O grande problema não está no politicamente correto ou incorreto. Mas sim uma falta de vivência e ter um senso de humor próprio. Muitos humoristas recorrem a imitar do Jackass até o Monty Python como uma forma de cultura antropofágica que não leva a nada e só mostra a falta de risos da nova geração.

É muito fácil criticar os humoristas. Mas precisamos apresentar uma alternativa a escassez de boas risadas e não propor um novo humor como fizeram muitos críticos de tv e intelectuais que gozam de posar como os formadores de opinião que apenas impõem seus gostos pessoais para as massas ignorantes.

Não vamos começar do zero, mas sim procurar o humor engraçado feito por Jô Soares e Chico Anysio para entender como era a dinâmica para poder criar uma evolução sem fazer uma ruptura histórica para apenas agradar os inteligentinhos que se acham as pessoas mais engraçadas do mundo.

Precisamos fazer um humor engraçado e não uma coisa engajada ou inconsequente. Isso vai exigir tempo e uma capacidade de dialogar com o público que precisa se identificar com as piadas e associa-las ao seu cotidiano com os problemas que tem que enfrentar todos os dias. Eles querem rir e não uma aula de sociologia. Entendam isso, humoristas.

Minha adolescência com George W. Bush

Em 2004, eu tinha 16 anos e ainda pensava em ser um jornalista. Mas tinha o meu inimigo de coração, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Meus colegas não concordavam com suas atitudes como a Guerra ao Terror. Mas porque um adolescente se preocupa com o mundo que vive invés de conquistar uma garota e viver as porralouquices dessa fase tão curta de nossas vidas e que nos ensina muita coisa.

Tudo começou quando teve aquela confusão sobre a apuração na Flórida. Os Estados Unidos viraram motivos de chacota por ainda contarem os votos manualmente. W foi eleito após uma decisão controversa da Suprema Corte. De um presidente mediano virou um paladino do mundo ocidental diante dos atentados de 11 de setembro de 2001. A nação americana iniciou sua busca perdida por Osama Bin Laden e invadir países que considerava o eixo do mal.

Mas a minha adolescência começou com a presepada da Guerra do Iraque. Aos 14 anos, ficava de plantão acompanhando a tv para ver tal conflito começando naquele 20 de março de 2003 (isso era o prenúncio de meu trabalho como observador deste planeta). Ao mesmo tempo que dava um jeito de ficar na escola a tarde na sexta-feira para fazer trabalhos e ver as garotas dançando (coisa de garoto esforçado como este que vos fala).

E assim criei um senso de humor que era refinado ao ouvir o Pânico, ler as crônicas de Carlos Eduardo Novaes e escutar o meu hino de adolescente, American Idiot, do Greenday. Mas quando Bush era reeleito em 2004. Eu e meu colega esquerdista Jonathan ficávamos nos perguntando como uma nação como os Estados Unidos poderia reeleger um idiota como W. Era o sinal de que eu teria muito trabalho pela frente para tirar sarro deste homem.

Aos 18 anos, eu comemorei como nunca quando os republicanos perderam a maioria no senado e na câmara dos representantes. A capa da Veja onde W. estava em um barril foi uma diversão da minha vida. Mas este era o sinal do fim da minha adolescência. Ver um pato manco como George W. Bush com as suas gafes encerrava está fase da vida que vivi de forma interessante e da qual lembro com orgulho quando ouço American Idiot.