Os delírios de Donald Trump e dos latinóides

Em tempos de campanha presidencial nos Estados Unidos. Sempre surge um candidato controverso disposto salvar a América dos males do mundo. Esse é o caso do multibilionário Donald Trump. O pré-candidato republicano cismou que os mexicanos são um grande problema para os Estados Unidos. Isto gerou uma raiva na comunidade latina como nunca antes vista na história recente. Parece que nossos latinóides ficaram enfurecidos ao ouvir os delírios do homem branco conservador de cabelo acaju.

Um ponto tem que ser discutido porque Trump é tão popular entre o eleitorado republicano mesmo com a sua visão tosca e culpando os mexicanos pelos males da nação americana. O americano conservador quer ter o inglês como seu idioma oficial e não quer ter que clicar no telefone para ouvir uma atendente de origem hispânica. Quando este eleitor vê as notícias dos problemas da nação vizinha que fala espanhol sobre as mortes brutais na guerra entre o governo local contra os narcotraficantes na Fox News. Pensa em dar um pé na bunda no primeiro latino que vê pela frente.

Por mais que existam canais de noticias em espanhol e serviços oferecidos pelas emissoras de TV americanas para uma maior inclusão do público latino. Os americanos conservadores não querem perder seu país para pessoas, que na sua visão, só querem ganhar dinheiro. Mas essa visão é estúpida e não adianta os latinóides pintarem Trump como o diabo anglo-saxão que está determinado a fazer uma cruzada contra os narcotraficantes mexicanos que entopem seu querido país de maconha e cocaína.

Assim, ele ganha apoio do eleitorado conservador por sua visão que o México é o grande problema dos Estados Unidos. Temos que reconhecer que a América Latina tem vários problemas que não serão solucionados por regimes bolivarianos ou governo pró-mercado. A diáspora latina ganha força nos Estados Unidos. Mas eles não devem ser os culpados pelos males do império yankee como sempre nos falaram nas aulas de história por algum professor influenciado por um pensador latinóide.

Temos que ter maturidade para discutir essa coisas. Uma boa relação entre os países do continente americano pode ajudar a resolver os problemas tanto do norte quanto do centro e do sul. Mas ainda temos que aturar a ignorância de Trump em sua cruzada contra aos mexicanos ou as ideias estúpidas dos latinóides que defendem o fim da influência do imperialismo. A população quer soluções para as suas vidas e não uma troca de xingamentos entre Trump e as personalidades latinas.

Ela não vai a Washington

Hoje, o governo americano anunciou o cancelamento da visita da presidente Dilma Rousseff ao país em outubro. Era a única visita de estado do governo americano nesse ano e a primeira visita de estado para um presidente brasileiro desde 1995 (a visita de FHC oferecida pelo presidente americano Bill Clinton). O motivo desse cancelamento foi as reportagens do programa dominical  Fantástico (Globo) que denunciou esquemas de espionagem da NSA (agência de segurança nacional) contra a presidente Dilma e o presidente mexicano Enrique Peña Nieto. Bem, Ela vai perder o único  jantar de gala da Casa Branca neste além da oportunidade de dançar com o Barack Obama.

 

Um acordo de cavalheiros

Hoje, o mundo viu um acordo de cavalheiros entre russos e americanos sobre as armas químicas sirias. O acordo feito entre o secretário de estado americano John Kerry e o ministro russo das relações exteriores Sergey Lavrov. O acordo estabeleceu um ultimato ao governo sírio entregar um relatório indicando quais lugares e qual quantidade de agentes químicos devem ser entregues ao controle da ONU. Caso o acordo falhe, a ONU pode decidir por uma resolução que imponha mais sanções ou o uso da força militar.

Isso é um passo importante, mas não para a guerra cívil que o país árabe vive desde de março de 2011. Tanto que o acordo foi criticado por líderes militares da oposição síria como o Gen. Salim Idriss e por alguns senadores da oposição republicana no congresso americano como John McCain e Lindsay Graham. A guerra civil no país árabe vai continuar.

O acordo sobre as armas químicas sírias evita que novas atrocidades sejam feitas contra civis. Mas temos uma desconfiança sobre as intenções do presidente sirio Bashar Al-Assad. Ontem, o relatório da ONU sobre o ataque químico do dia 21 de agosto indicou que o governo de Bashar Al-Assad é o responsável por isso. A declaração do secretário-geral Ban Ki-moon foi enfática em indicar a culpa de Assad. Mas hoje ele saudou o acordo russo-americano.

O grande vencedor deste acordo é o presidente russo Vladimir Putin. Putin usou este acordo como uma carta na manga. Nunca iriamos imaginar que um líder eslavo que é contestado por suas medidas autoritárias contra os gays e a oposição pudesse se tornar um paladino da paz. Isto é uma pura irônia do tempo confuso que vivemos.

Um possível conflito militar envolvendo a Siria e EUA e seus aliados foi adiado até segunda ordem. Mas temos que observar com atenção os próximos passos deste acordo feito por americanos e russos. O futuro da humanidade depende deste acordo. Mas será que isso é um primeiro passo para o fim da guerra civil de quase três anos envolvendo Assad e rebeldes? Só o tempo responderá a essa questão.

 

A iminência de uma guerra

O mundo está preocupado com uma próxima guerra. A guerra dessa vez será entre os sírios e as potências ocidentais como EUA, Reino Unido e França. O motivo dessa nova ofensiva militar seria o uso de armas químicas pelo governo sírio contra a sua própria população na semana passada na periferia da capital Damasco. Os inspetores da comissão de armas químicas da ONU estão no país para investigar o caso. Mas as potências ocidentais estão se preparando para atacar o país para evitar mais um ataque quimico.

Vamos ver esse conflito por várias perpesctivas. Sobre a perpesctiva americana, o país está pronto para mais uma aventura militar, mas sem envolver o uso de tropas regulares na região. Hoje, o secretário de defesa americano Chuck Hagel disse em entrevista a rede de tv e rádio publica britânica BBC que os Estados Unidos está preparado para atacar a Siria em caso de ordem do presidente Barack Obama.

Na ótica britânica, a questão síria é tratada com máxima urgência. Tanto que o parlamento britânico foi convocado ás pressas para debater um provável ataque militar contra a Síria. O premiê britânico David Cameron afirmou que não vai esperar para poder agir contra o governo sirio liderado pelo ditador Bashar Al-Assad. Os líderes de três partidos com a maior bancada em Westminster como trabalhistas, conservadores e liberais-democratas estão fazendo um acordo para ter um consenso sobre o assunto. Em pesquisas de opinião, os britânicos são contra a guerra.

Já para os franceses, a questão síria está decidida. Tanto que o presidente francês François Hollande já avisou que o país está pronto para punir o governo sirio pelos ataques quimicos via ação militar. No lado francês, a questão já tem um consenso. Os franceses conseguirão uma vitória rápida quando decidiram intervir no Mali para conter o terrorismo radical no inicio do ano.

No outro lado dessa guerra, temos a Siria que vive uma eterna guerra cívil entre as forças do governo Assad e as tropas rebeldes. Os sírios tem apoio de Rússia e Irã na questão de uma guerra. Os dois aliados sírios são contrários a qualquer tipo de intervenção militar na região. Principalmente, os russos que tem uma base naval no Mar Mediterrâneo.

Os próximos dias serão decisivos para o mundo e para estes atores desta eventual guerra. Os relatórios dos inspetores da ONU nos darão uma clara visão sobre o que aconteceu na Síria na semana passada. O conselho de segurança da ONU vai decidir se vai intervir ou não na Síria. Será que estamos perto de uma guerra? Só o tempo irá responder sobre isso.

 

 

Obama toma posse para o 2º mandato e afirma que ignorar clima é uma traição a gerações futuras, menos para os republicanos.

Não responder à mudança climática seria “traição a gerações futuras”, diz Obama em posse

Fonte: Portal UOL

Bem, não sei se os republicanos vão ignorar isso para aporrinhar o Moisés Negão.

Obama irá anunciar a retirada das tropas no Afeganistão em 2014 se o Taliban deixar

Nas próximas horas, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, irá anunciar a retirada de tropas americanas e européias do afeganistão em 2014. Será que os radicais do Taliban irão permitir isso?

Obama anuncia que irá se candidatar em 2012 e Republicanos não sabem o que fazer?

Hoje, o presidente americano Barack Obama anunciou que irá se candidatar em 2o12 pelo partido Democrata para disputar a sua reeleição. Tanto que os republicanos não sabem quem vai ser o seu candidato para o pleito. Cogita-se que a ex-candidata a vice-presidente Sarah Palin seja a favorita para disputar o pleito. Pobres americanos, eles terão de escolher em moisés negão ou uma loca branquela.