Roxanne

Estou no spotify onde vejo a atividade dos meus amigos. Encontro a minha amiga que gosta da série Dark ouvindo Roxanne, do The Police, as 6 e pouco da manhã. Quando pensamos que a humanidade estaria perdida em seu mau gosto epidêmico. Temos uma luz no fim do túnel onde poderemos ouvir o pós-punk britânico.

Ultimamente, meus amigos intelectuais tem ouvido músicas indies de bandas desconhecidas do grande público. Isso assusta a pessoa porque tal alma decide ouvir a nova música de uma banda combo blues da Romênia que só vem ao nosso país durante o Lollapaloza ou no Rock in Rio de nossas vidas.

Eu intimido os meus amigos quando falo que ouço as bandas de rock australianas como o Midnight Oil e o Men At Work. Isso mostra que até os caipiras como eu tem acesso ao mundo cultural proporcionado pela internet e os serviços de música como Deezer e Spotify por não ouvir as rádios.

A minha geração junto com as gerações posteriores estão consumindo música como uma forma de passatempo enquanto malha a academia ou escreve um post como este que vos posta. Isso é uma coisa que o mundo contemporâneo entendeu sem maiores sustos e traumas para nós mesmos e afins.

Roxanne foi um grande hit dos anos 1980 com Sting nos vocais e a bateria de Stewart Copeland. Ambos se odiavam ferozmente e isso precipitou o fim do The Police em 1986. A banda tinha suas batalhas de egos inflados. Mas proporcionou que a minha amiga que gosta de Dark ouvisse Roxanne as 6 da manhã.

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