Uma carta de um amor não-correspondido

Estava ouvindo Bryan Adams no deezer quando minha amiga fonte anômina  me pediu para postar sobre como escrever uma carta romântica para o ninguém ou um amor não -correspondido como tantos que vivei ao longo de uma curta vida. Vou escrever uma missiva para aquele amada que só existe em sua mente para amenizar seus sofrimentos e afins perante o público leitor.

La vai a missiva:

“Meu amor desconhecido

Eu sei que não tive nos últimos dias dado o meu trabalho de correspondente de fundo de quintal para cobrir o mundo para 34 blogs e um site de futebol americano. Escrevo para você que se sente tão sozinha neste mundo que precisa de um ombro amigo que não queria falar da nova política econômica da Eurozona e os conflitos sectários no Oriente Médio.

Você não acreditou em nosso amor porque não era aquele ser perfeito como tanto imaginou na nossa última troca de missivas. Não sou poeta mineiro do século 18 que mandava as tais cartas chilenas para tirar sarro da corte portuguesa e suas derramas. Mas vossa senhoria ainda insiste em não acreditar em mim.

Só tenho a dizer uma coisa: Eu sempre vou te admirar mesmo que não tenha a mesma reciprocidade.

Abraços

Com amor, César Augusto.

2 comentários sobre “Uma carta de um amor não-correspondido

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