David Bowie

Hoje, eu acordei para ver a crise econômica na China. Mas despertei quando soube da morte de David Bowie. Todos aqueles que apreciamos boa música sentimos órfãos de um ser tão camaleônico quão inovador que desejava ser ouvido pelo mundo e ter sobrevivido as crises de drogas e experimentações dos anos 1970.

Bowie era um cara que inovava a sua maneira. O título de gênio do pop não era para menos. Ele poderia ter envelhecido sendo uma caricatura de si mesmo. Mas não. Desde que voltou a lançar canções inéditas no álbum The Next Day, em 2013. Fomos testemunhas de um ser que estava preparado para o novo.

The Next Day foi o primeiro álbum de Bowie que ouvi completo em minha vida. Tanto que fiz uma resenha aqui no Homo Causticus em 2013. Eu me identifiquei com o disco e agora penso que Bowie foi o meu grande amigo de vida adulta após o início das descobertas do serviços de streaming e ouvir sua discografia.

Aqueles que tiveram a sua adolescência ouvindo Let’s Dance ou vendo o dueto de Bowie com Mick Jagger terão a sensação de terem perdido um ídolo que não era de fazer concessões. Mas era importante com a sua missão de encantar o público com suas performances e personagens como Ziggy Stardust.

O mundo noticia a morte de David Bowie como se perdêssemos alguém que fez parte de nossas vidas com músicas que falavam sobre as relações humanas. Hoje, o planeta quer se despedir de Ziggy Stardust para que volte ao seu planeta em sua viagem final. Mas nossa última palavra é: Obrigado Bowie.

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