Stanley e Churchill

Tem momentos em nossas vidas que são definitivos porque as escolhas que nós fazemos vão determinar o nosso destino. Lembro disso quando vi a série Skins, na MTV em 2011. A cena que um garoto chamado Stanley que sempre fora tratado como um lerdo, mas que se superou ao cantar a música Shout, do Tears for Fears em uma festa foi um exemplo que guardo para a minha vida.

Estes momentos são guardados em nossas memórias por mostrar que superamos algo impensável há alguns instantes de nossas vidas. Isso foi definido a The Finest Hour pelo primeiro-ministro britânico Winston Churchill durante a segunda guerra mundial por mostrar a determinação de um país em não se render a Alemanha nazista.

Mas o jovem Stanley era tratado como uma pessoa incapaz de ter brilho por seu amigo da onça Tony. Ele queria namorar sua amiga de infância Michelle. Um elo perdido de sua infância feliz. Tony pensa apenas em manter as coisas sobre o controle diante do jeito atrapalhado de Stanley de viver.

Enquanto Churchill não era muito bem visto pelo partido conservador por suas teses como a manutenção do domínio britânico na Índia e o temor do expansionismo nazista. Ele não se abateu diante dos fracassos que vivia ao longo da década de 1930 e procurou investigar mais sobre os atos do ditador alemão Adolf Hitler.

O jogo virou para estes dois personagens quando tiveram a atitude de assumir o controle de uma situação tão desfavorável com atos simples como as palavras de Churchill ou pedido de Tony para Stanley procurar a sua irmã Eura. Se o primeiro-ministro disse que era a finest hour. Stanley cantou Shout e quebrou o ciclo de sua vida de lerdo. Assim é a vida, jovem leitor deste blog.

 

 

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Um comentário sobre “Stanley e Churchill

  1. Oi César. Confesso que ao ver este blog branquinho com letras cinzas e falar com você: de português impecável pelo Skype um pouco antes da leitura, me gerou um pouco de preconceito. Imaginei encontrar aqui, um texto que talvez me cansaria nas primeiras linhas e que bom que quebrei a cara. Seu texto foi de longe uma das coisas interessantes que li este ano, obrigada por compartilhar seu talento, certamente fui tocada por sua explanação.

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