Sempre teremos Paris

Na longa noite de 13 de novembro, eu estava acompanhando a cobertura dos atentados em Paris. Ao mesmo tempo que via tweets sobre tais tragedias. Eu procurei entender a situação ao conversar com tweeters como a Beatriz Rosemburg junto com o trabalho de esclarecer e informar os meus amigos sobre a catástrofe que ocorrera na cidade luz. Estes momentos de um cataclisma precisam ser enfrentados de forma realista e eficaz.

Os jovens franceses mortos pelos tiros e bombas de terroristas que desejam impor sua visão retrógrada e equivocada de uma religião como o islamismo. Temos que ser honestos, isso não justifica um atentado da barbárie contra a civilização. Lembro de meu amigo Israel dizendo as palavras do Papa Francisco afirmando que estamos vivendo uma terceira guerra mundial e o próprio Israel afirmando que a Europa perdeu os seus valores cristãos ao abandonar a religião.

A adoção do estado de emergência fez que um grupo especializado em defesa e assuntos militares entrassem em estado de extasê enquanto as minhas blogueiras it girls e maker uppers discutiam uma frase infeliz feita por Kéfera Buchmann no twitter (tive que pedir desculpas por ter me equivocado com isso). Minha amiga escritora Ursula pediu que lembrasse da tragédia da barragem de Mariana onde os mineiros não tem condições de abastecimento de água potável.

Mas será que a humanidade está preparada para refletir sobre uma carnificina sem ao menos ficar de picuinha sobre questões religiosas, picuinhas cibernéticas ou comparação estúpida de tragédias. Não podemos esquecer sobre as mortes nos atentados de Beirute e Bagdá nos dias anteriores a tragédia parisiense. O mundo se lembra de Paris por não esquecer que está cidade foi capaz de resistir a ondas de terrorismo desde dos anos 1970.

Paris vai superar este trauma com algo magnífico em seu olhar. O parisiense foi as ruas mesmo estando sob um forte toque de recolher. Durante a noite de 13 de novembro, eles ofereceram suas casas para os jovens que não podiam ficar nas ruas sobre o perigo de novos ataque com uma campanha no twitter com a hashtag #PorterOuverter. O sentimento de confiança e humildade vai reconstruir a cidade luz com um vigor nunca visto na história. Afinal, sempre teremos Paris como diz a cena final do filme Casablanca.

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