O fim do Kirchnerismo

A Argentina é uma democracia onde a população apronta para cima dos governantes que não atendem as suas demandas. Após 12 anos da dinastia Kirchner representada pelo casal Nestor e Cristina. O kirchnerismo perdeu força para uma nova corrente do peronismo de candidato governista Daniel Scioli junto com união de uma oposição anti-peronista representada por Mauricio Macri e sua coligação Cambiaremos.

A confirmação de um segundo turno da eleição presidencial entre Scioli e Macri para o dia 22 de novembro é uma situação inédita para a democracia argentina. Tanto que hoje, Scioli já confirmou que vai participar do debate presidencial. O ineditismo da eleição argentina é que teremos um confronto cara a cara entre o peronismo e o anti-peronismo na TV. Scioli esnobou o convite dos organizadores do encontro durante a campanha eleitoral.

Mas o kirchnerismo vê o seu fim nos grandes centros e a perda da maioria absoluta na câmara dos deputados pela crise econômica que afeta o país desde de 2008 e a falta de reformas econômicas para enfrentar a falta de dólares na economia local. Mas resiste na patagônia onde o filho do casal Máximo e sua tia Alice manteve o controle político da região onde fez duras críticas com a mídia local e principalmente para o grupo Clarín.

O kirchnerismo vai ser substituído pelo Sciolismo ou por um pensamento anti-peronista como uma maneira de tirar o país da estagnação econômica. O peronismo domina tanto as ideias de esquerda quanto a doutrina da direita. Os resultados das urnas divulgado ao longo do dia reforçam o cansaço dos argentinos com as loucuras propostas por tais ideologias e exigem um pragmatismo para solucionar os problemas da nação.

Cristina Kirchner sai do governo menor do que entrou. Tanto Scioli quanto Macri vão tomar uma posse e prometer normalizar as relações diplomáticas com o Brasil e podem fazer um esforço para reformar a economia local que sofre com a falta de investimento estrangeiro por causa das atitudes estúpidas adotadas pela atual mandatária. Mas os argentinos decretaram o fim do Kirchnerismo com a esperança que não volte nunca ao poder.

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