A história alemã: O muro

Nos pós-guerra, a Alemanha Ocidental ganha ajuda dos Estados Unidos e Europa Ocidental. A Alemanha Oriental ainda tinha problemas para se reerguer. A transferência de indústrias do lado oriental para o ocidental causa muito problemas. Os soviéticos queriam transformar a Alemanha Oriental em um país moderno com a sua ideologia comunista. Mas este desafio iria causar muitos problemas para os alemães orientais.

A Alemanha Ocidental adotava uma reforma capitalista que permitiria o renascimento de sua indústria destruída durante a guerra. Isso era coordenado por Ludwig Erhard, um poderoso ministro das finanças junto com o novo chanceler Konrad Adenauer. Ao permitir a entrada do capital estrangeiro para financiar os projetos locais como o fortalecimento da montadora Volkswagen e com a fabricação do Fusca deu um ânimo a economia local.

A falta de investimentos na Alemanha Oriental lhe causava crises internas. Tanto que uma revolta de operários foi sufocada pelo exército soviético em 1953. Havia pouco dinheiro para investir em um plano de reconstrução. Isso se refletia em Berlim. Enquanto o lado oriental vivia sobre os escombros da guerra. O lado ocidental recebia vultuosos recursos para a sua reconstrução de uma maneira de exibir a ilha capitalista no mar comunista.

O fluxo de imigrantes do lado oriental para o lado ocidental só aumentava desde da revolta de 1953. Isso era um desafio para o novo secretário-geral do partido comunista, Walter Ulbricht. Vendo que tal situação não seria resolvida com medidas econômicas. Ulbricht decidiu que um muro deveria ser construído dividindo Berlim e uma cerca por toda a fronteira com a Alemanha Ocidental em 13 de agosto de 1961 como forma de conter a crise imigratória.

A construção do Muro de Berlim foi feita de surpresa. Muitos berlinenses que moravam no lado oriental se mudavam para o lado ocidental antes que a construção fosse terminada. A sensação de uma divisão entre oriente e ocidente era brutal para a nação alemã. Mas a decisão de Ulbricht foi criticada por Estados Unidos e Alemanha Ocidental. Quando o presidente americano John Kennedy disse que era um berlinense, foi o momento de liberdade que a população queria ouvir.

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