Discutindo o tabu das drogas

Nas últimas semanas, o nosso país discute a descriminalização do porte de drogas. Invés do legislativo discutir uma lei sobre isso. Um processo judicial está sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) cujo o ministro-relator Gilmar Mendes foi a favor da mesma. O julgamento foi paralisado pelo pedido de vista de Luiz Fernando Fachin. Mas temos que entender como as engrenagens de uma possível legalização do porte de substâncias psicoativas.

A guerra contra as drogas começou nos anos 1970 pelo presidente americano Richard Nixon como uma forma de deter a contracultura e uso sem controle de psicoativos como maconha, heroína e LSD. Mas tal abordagem se mostrou ineficiente passado mais de 40 anos. O consumo de substâncias ilícitas aumentou de forma drástica e isso foi associado como uma forma de escapismo aos problemas que a humanidade sofre além de alimentar a indústria da corrupção em países-produtores como Colômbia e México.

A influência de criminosos como Pablo Escobar foi capaz de paralisar as instituições locais. Era como se fosse uma cheirada de cocaína de um americano causasse a morte de um colombiano. A Colômbia mergulhada na violência nos anos 1980 vivia a mesma situação do México nos últimos 9 anos onde os cartéis dão as cartas com execuções cruéis e a exposição dos desafetos mortos em praça pública como se fosse um aviso de alguém contrariar seus interesses.

A discussão está baseada em desmontar a estrutura criminosa em prol da legalização das drogas que possa oferecer o surgimento de uma indústria especializada. Mas não discutimos tanto a questão de saúde quanto o lado da educação que possam conscientizar a população sobre os prós e contras de um processo tão controverso. O papel do judiciário como poder moderador e analisar tal processo como uma maneira de esclarecer o status da lei nesse quesito.

Quando o julgamento sobre o descriminalização do porte de drogas retornar. A população terá que se informar sobre como funciona o processo de combate de uma guerra perdida de repressão onde o estado toma consciência sobre qual a maneira correta de combater o narcotráfico sem ter tantas perdas de vidas em países como México e Colômbia. Cabe a este humilde blog traduzir este debate com um texto simples sobre tal mudança.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s