Um texto simples

Hoje, conversei com um senhor amigo meu. Quando lhe mostrei uma foto do instagram que tirei. Ele me confidenciou uma coisa interessante: ele não entendia os textos escritos tantos nos jornalões como Folha e Estadão quanto nos jornais de segunda linha como o Agora. O contraste entre um texto cheio de adjetivos sem nexo ou um artigo de linguagem rebuscada causa um grande problema para um leitor como ele que reconheceu que não tinha cultura para assimilar isso.

Minha mãe falou que ele não tinha entendido as minhas palavras. Mas como vamos avançar tanto no simples ato de fazer uma amizade quanto esclarecer o mundo sobre fatos que ocorrem em uma linguagem fácil, mas sem perder o conteúdo que foi acumulado por interesse próprio para compreender o cotidiano que vivemos. Temos que explorar o inexplorado mantendo um acordo com o leitor através do uso das palavras de maneira mais inteligente possível.

Isso não é uma ode ao linguajar rebuscado de nossos intelectuais. Já lidei com meus amigos que se sentiam desinformados por falar de fatos que ocorrem fora do nosso país. Quando escrevo um post; procuro informar os meus amigos sobre o mundo com uma linguagem simples. Isso permite uma maior compreensão além de cobrir eventos que não são relatados pela grande mídia que vive um momento de apertar o cinto dos custos.

O Brasil precisa de mais correspondentes e pessoas que entendem de assuntos complicados como política, geopolítica e economia. Os colunistas que não são jornalistas explicam um cenário complicado em uma linguagem simples para que o leitor possa compreender as nuances do cenário nacional e internacional. O Homo Causticus procura escrever sobre isso para que os nossos 6 leitores possam estar bem informados.

Sinto que tenho um desafio pela frente ao informar ao meu amigo sobre os fatos do mundo em uma linguagem simples de um texto que possa dialogar com os seus pensamentos através de um esclarecimento de um cenário confuso que é o nosso cotidiano. Um bom post não é ensinado em um curso de blogueiros. Mas sim quando um leitor através de seu pensamento “Eu quebrei o ciclo vicioso do país do sem cultura” que foi feito por um artigo que lhe abre a mente e o esforço de um blogueiro como este que vos posta.

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