Uma revolução digital

Para a surpresa de muitos, as ações da gigante da tecnologia Google subiram 60% na bolsa de valores em menos de um dia. Isso se deve ao site de vídeos You Tube. No mundo digital, temos surpresas e revoluções como a criação da Apple Music para enfrentar o serviço de streaming musical Spotify ou a proibição do uso do aplicativo Uber porque ameaça o emprego dos taxistas no mundo inteiro através do usuário combinar o preço de uma carona com aquele amigo de tal rede social.

Estamos diante de uma revolução digital sem precedentes na história humana. Aplicativos oferecendo produtos e serviços a um simples clique enquanto robôs sendo usados em larga escala em fábricas mesmo com a morte de um operário da Volkswagen causada por uma máquina na fábrica da montadora na Alemanha que foi divulgada semanas atrás. A humanidade pode dar um salto evolutivo para uma nova economia com os seus progressos e retrocessos que ficam evidentes na maneira de como este processo está sendo conduzido.

Se as redes sociais estão permitindo um grande fluxo de ideias, mas proibindo o pobre usuário de postar uma foto de uma mulher nua ou de um ato sexual. Isso nos permite refletir sobre como vamos lidar com a tecnologia e as regras puritanas impostas por nerds que sempre serão burladas por um hacker idealista ou um cracker vigarista. Além do consumo de conteúdo como textos, fotos, músicas e vídeos que podem estar em um serviço de streaming ou que pode ser feito por um simples download.

A sociedade precisa encontrar um modo de como lidar com essa revolução digital que estamos vivendo. No início da era pontocom no final dos anos 1990. Tivemos uma bolha na bolsa de valores causada pelo aumento das ações das empresas do setor de tecnologia. Com a abertura de capital de gigantes das midias sociais como Twitter, Facebook e Google. Isso deve criar uma acirrada disputa por lucros exorbitantes para garantir o financiamento de projetos futuros de tais companhias.

A grande conclusão que chegamos que estamos no meio de uma revolução onde não se tem uma noção de qual caminho vai tomar nos próximos anos. Não se sabe de como surgirá o lucro dos produtos e serviços oferecidos por tais empresas ao consumidor final. Essa mudança drástica em nossas vidas vai exigir uma evolução no modo de como as nossas vidas e atos irão repercutir ao longo desse século que vivemos. Até lá, os robôs não vão nos matar e a Taylor Swift vai querer uma porcentagem dos lucros na Apple Music.

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