Matthew James

Enquanto o mundo celebra a liberação do casamento gay nos Estados Unidos. Uma carnificina acontecia na praia de Soussa, na Tunísia onde 37 turistas foram mortos por um ser que tinha ódio contra os infiéis ocidentais. Mas eis que surge a história de Matthew James, um engenheiro galês de 30 anos que serviu de escudo humano para proteger sua noiva diante da barbárie de um terrorista louco que não merece ser citado para não ter os louros de seu ato louco ser glorificado por um grupo radical como Estado Islâmico ou Al Qaeda.

A história de Matthew é um símbolo de que a liberdade é deve ser protegida não por um amplo esquema antiterrorista ineficiente. A grande questão é vulgaridade de tais pessoas onde a religião é usada por radicais interpretam seus versos e dogmas como uma declaração de guerra a tudo que for considerado impuro e infiel. Isso nos remonta as cruzadas feitas por cavalheiros cristãos no Oriente Médio por considerar o lugar como um berço sagrado que precisa ser combatido com as mãos cheias de sangue e chegamos ao terrorismo dos tempos atuais.

Quando vimos 4 milhões de franceses nas ruas em uma marcha a favor da liberdade após o ataque ao jornal francês Charlie Hebdo em Paris. Vimos o mundo ocidental se levantando diante das atrocidades contra aqueles que usam o nome de deus ou alá como uma forma de justificar seus atos violentos como uma forma de limpar este planeta que consideram impuro. Não queremos uma ação de vingança ou teorias que justificam o apoio a regime autoritários como uma maneira de combater o terrorismo.

Matthew é um herói por proteger sua amada diante de um mundo louco. Quando lemos uma história dessas. A humanidade tem salvação. Lembro dos funcionários de hotéis de Mumbai que protegeram inocentes da fúria cruel de terroristas em dezembro de 2008. O mundo precisa entender que a paz não se conquista com condescendência as barbaridades ou com uma ofensiva militar desastrosa que atende os anseios de uma sociedade envolta no sentimento de vingança e sem misericórdia.

O mundo precisa de pessoas que não devem temer aqueles que ousam impor suas ideias radicais por um simples ato de bel prazer. Temos um tempo duro contra aqueles que desejam viver em um mundo livre. Os acordos políticos e as guerras continuaram firmes. Os moderados estarão vivendo um dilema de defender a liberdade de expressão sem perder os direitos civis que tanto protegem. O planeta precisa reconhecer que o ato de Matthew James é um gesto solidário diante da insensatez do terrorismo.

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