Nosso amor

Vivemos a era digital. Mas o grande problema é que não temos relacionamentos estáveis e duradouros. Estamos na era do ficar. Então, a procura por uma pessoa para ser sua companheira por toda a vida é um sonho perdido em meio aos amores rápidos e fulminantes. Nossos jovens ficam desesperados por temer ficar sozinhos e sem ter alguém para conversar sobre as frivolidades da vida. Não termos um parceiro para dividir as nossas descobertas em momento enigmático de um planeta tão misterioso.

Estes jovens não sabem o longo caminho trilhado para que um casal apaixonado possa viver um amor que não é contado em comédias românticas. Sempre desejamos ter alguém para conversar sobre as coisas da vida. Mas achar está pessoa é uma busca difícil de ser feita e leva um tempo para que possa ser concretizada. Parece que esquecemos isso quando não temos um senso sobre como temos que lidar com isso para manter a nossa sanidade por uma vida melhor para as futuras gerações.

Não existe uma cumplicidade que possa permitir uma relação amorosa com os seus vícios e virtudes. Este amor tão engessado não tem tempo para que alguém compreenda as dificuldades do outro com ternura. Isto é visto como uma fraqueza humana em um mundo onde os seres humanos são verdadeiros encouraçados tentando procurar uma pessoa que atendas as suas expectativas frustradas. Tentar achar um ser com afinidades iguais a nossa é uma missão complicada.

Mas como vamos melhorar essa situação tão complicada. Isso não é feito da noite pro dia ou por um filósofo com o seu dogma sobre como o ser humano deva viver segundo a sua concepção complicada de ser entendida por um simples mortal como este que vos posta por um linguajar difícil de ser compreendido por todos aqueles que necessitam de uma teoria sobre as relações humanas. Ninguém que ser passar de fraco diante do parceiro por demonstrar as suas fraquezas sem pudores.

O amor é um enigma envolto de outro enigma parafraseando a visão do premiê britânico Winston Churchill quando falava sobre a União Soviética. Mas quando estamos tentando compreender como podemos namorar ou viver as nossas vidas sem aquele amor louco do século 18 onde os jovens não tinham como lidar com a pressão de sociedade para se casar com aquele que foi escolhido por sua família. Este é um tempo novo onde podemos escolher o nosso destino sem medo ou culpa. Estamos seguindo a trilha do nosso amor.

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