Um mar de mortes

Na manhã de domingo, o mundo fica chocado com a morte de mais 700 imigrantes que se afogaram em um barco que afundou no Mar Mediterrâneo. Estas pobres almas queriam uma vida melhor na Europa, mas suas vidas foram interrompidas na longa travessia. Os governos europeus estão tentando entender tal tragédia e encontrando maneiras de controlar a imigração. Mas com o fracasso econômico de países africanos junto com o fato da perseguição religiosa em muitas partes do Oriente Médio força tal jornada.

Quando o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi afirmou que pretende combater o tráfico de pessoas. Sinto que ele tem boas intenções, mas como um beija flor que não consegue apagar o fogo da floresta sozinho. Renzi tem mostrar um lado humano de um político que fica cheio de problemas. A União Europeia se reúne na quinta-feira para tentar solucionar está crise. Mas confiar em um ditador como o presidente do pequeno país africano chamado Niger não é a melhor solução para esse problema humanitário.

Os políticos apostam em desestimular a imigração. Mas quando se nota tragédias humanitárias. Nossos princípios deveriam vir em primeiro lugar em nossas mentes do que os interesses partidários, ideológicos e econômicos. A Europa está tendo uma crise humanitária em suas fronteiras. Mas o temor que os descendentes destes imigrantes se juntam a grupo radicais por não se sentirem como membros de um país acolhedor. Nos faz pensar sobre o triste fim do multiculturalismo.

A grande questão é o preconceito nacionalista que é uma coisa epidêmica em uma Europa em crise. As instituições europeias que foram criadas como um antídoto a isso estão frágeis ao lidar com um problema dessa magnitude. Este caso exige que o controle de migração seja feito respeitando o princípio de livre circulação de pessoas que é uma das bases dessa nova Europa que nasceu dos escombros da segunda guerra mundial. Mas como lidar com está pessoa que busca uma vida melhor.

A cúpula da União Europeia dessa quinta-feira vai ter que discutir como conter uma crise humanitária e permitir o salvamento de mais imigrantes que tomam essa arriscada jornada para ter uma vida melhor. Bruxelas vai ter que olhar com humanidade diante de um desafio que foge de seu controle. A imigração é um ato de uma pessoa buscar uma vida melhor em outro país longe de sua pátria mãe. Os imigrantes não querem morrer em um barco no Mar Mediterrâneo, mas sim prover seus parentes com um bom dinheiro para melhorar tais vidas.

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