Como ser um britânico sem ter nascido no Reino Unido

O Reino Unido é um país que tem 73 milhões de pessoas que tem um grande senso de humor politicamente incorreto. Mas o britânico ainda se pergunta sobre futuro de tal nação insular mesmo tendo a mesma monarca que comanda o país desde de mil novecentos e la vai cacetada. Os homens estão desesperados com a demissão do apresentador do Top Gear (BBC Two) Jeremy Clarkson ou a briga feia entre os conservadores e trabalhistas durante a campanha eleitoral que irá se iniciar na próxima semana com a dissolução do parlamento.

Desde da campanha pela matança dos texugos e do eventual apontamento de dedo entre conservadores e trabalhistas sobre os rumos da nação. Eles tem grande problemas como o preço do ingresso para jogo do Chelsea ou ver Lewis Hamilton perder uma corrida na Formula 1 para o meu caro colega de twitter e âncora do ITV Alistair Stewart. Mas a vida que segue para aquele operário que perdeu o emprego nos anos 1980 durante as picuinhas da primeira-ministra Margaret Thatcher e o sindicalista Arthur Scargill.

O humor negro britânico se faz presente diante do mundo de maricas que é formado pelos intelectualoides brazucas. Eles não tem pudores em sacanear os mortos até porque morto não sai da cova para processar humorista como acontece na terra brasilis. Eu me sinto mais britânico do que ser um brasileiro. Eu fico ouvindo a BBC do que ficar atento as besteiras ditas por algum pacheco idiota tupiniquim. Temos que escolher o nosso modo de cultura (menos os intelectuais que puxam o saco dos franceses).

Eu canto o hino britânico a pleno pulmões e não fico bebendo um pint de cerveja porque não posso. Mas sempre gosto de ver um político populista como o eurodeputado e eurocético líder do UKIP, Nigel Farage. O trabalho é muito interessante ao ver aqueles sorrisos amarelos e eles não estão nem ai para as picuinhas produzidas pelo politicamente correto porque não querem saber de um mimimi desgraçado feito por algum idiota que cita uma frase de origem desconhecida de Wiliam Shakespeare.

Mas meu jeito de ser é muito diferente porque sou uma minoria (no sentido único do que representar um grupo estereotipado por algum antropólogo que puxa um fumo de maconha) dentro da maioria. Não quero agradar todo mundo que vem na minha frente. Sou um ser em extinção neste maravilhoso mundo capitalista (como adoro a economia de mercado) onde para um inteligente tem uns 100 idiotas. Por isso que sou um britânico de espírito, mas que não precisou nascer em Londres.

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