O calor senegalês

Senegal é um país africano. Durante maior parte do ano, tal nação tem a vocação de ser o inferno na terra de tão quente. Muitos falam das altas temperaturas que tem feito neste verão. Quando comento com uma pessoa sobre este fenômeno climático. Sempre me refiro como o calor senegalês. Está é uma forma que encontrei de falar deste mundo tão quente quando ouvia o CBN Esporte Clube com os comentários de Renato Maurício Prado sobre está época do ano no Rio de Janeiro e suas praias.

Este calor foi capaz de criar matérias para sites, jornais, revistas, rádios e tv. Desde do alarmante relatório da NASA afirmando que o 2014 foi o ano mais quente de todos os tempos até uma reportagem do site de famosos Ego (falta do que fazer praticamente) onde mostrava belas mulheres em seus minúsculos biquínis nas praias cariocas. Lembro da vez que o lendário Paulo Francis fez um comentário sobre o verão de New York e dizendo que tal estação é muito chata. Bons tempos eram onde podemos falar o que pensamos.

Acordo de manhã cedo e sinto que minha pele não está suando. Prefiro escrever de manhã porque o tempo é ameno aqui na cripta-escritório. Posso divagar sobre o calor de forma honesta e sem o sensacionalismo estúpido que marca a humanidade e sua histeria nunca antes vista. Posso abrir as janelas e sem usar o ventilador por algumas horas para economizar na conta de luz (os tempos de pagar caro pela incompetência energética deste governo que está no poder desde 2003).

Preferia a praia como os cariocas fazem. Mas os arrastões (desde de marginais até das gostosas do site Ego) não permite ter uma sensação de liberdade que sempre desejo. Prefiro uma praia onde tenha a tranquilidade de tomar aquele refrigerante simbolo do imperialismo yankee para irritar algum esquerdopata e admirar um belo corpo feminino em trajes sumários sem ter a preocupação de encarar um marombado sem cérebro que ousa conquistar as mulheres com o típico pão francês nos braços.

O calor senegalês se faz presente nessa época do ano quando tínhamos o rali Paris-Dakar no continente africano. Mas a mudança para o território sul-americano transformou este rally em uma chatice. O Senegal perdeu uma das suas atrações além do fato citado anteriormente de termos altas temperaturas naquele país africano. Agora, o Senegal virou referência de tempo escaldante nas minhas conversas com outras pessoas e tema para este post do Homo Causticus para manter a lucidez sobre o clima.

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