O mito Churchill – Parte 2

O nazismo ganhava campo na Alemanha desde de 1933 com a ascensão de Adolf Hitler. Winston Churchill estava preocupado com os passos dado pela nação germânica. Durante uma sessão da câmara dos comuns em 1934, ele alertou sobre a precariedade da RAF (Força Aérea Britânica) em caso de uma operação militar contra a Alemanha. O então MP recebia informes de agentes da inteligência britânica para se preparar para uma eventual guerra contra o nazismo. Churchill era muito bem informado.

Quando o primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain conseguiu um acordo diplomático entre Reino Unido, França, Alemanha e Itália sobre o controle da Checoslováquia em 1938. Churchill fez duras críticas a isso. O acordo de Munique era festejado por Chamberlain como um tratado de paz. Uma guerra traria pesados custos ao Reino Unido e seu vasto império. Mas quando Hitler decidiu invadir a Polônia em 1º de setembro de 1939. O mundo viveria um dos seus momentos de grande perigo.

Churchill tinha um amplo conhecimento sobre o nazismo. Tanto que foi chamado de volta ao cargo de primeiro lorde do almirantado. Mas a blitzkrieg alemã era muito forte e o império sofria sucessivas derrotas. Chamberlain decidiu renunciar ao cargo. Os conservadores anunciaram uma coalizão com os trabalhistas. Mas precisava um nome de consenso. Churchill disputava o cargo com o secretario de relações exteriores, Lord Halifax. Churchill foi eleito primeiro-ministro em 10 de maio de 1940.

O grande empenho de Churchill seria derrotar a máquina de guerra alemã. Os nazistas haviam se militarizado de forma surpreendente nos anos 1930. Novos aviões, tanques e submarinos foram construídos em pouco espaço de tempo. Hitler tinha galvanizado a sociedade germânica com o mito ariano e sua supremacia em cima dos judeus, que eram o bode expiatório do males do mesmo. O Reino Unido temia uma ampla hegemonia feita por Hitler e seus colaboradores como países do eixo Berlim-Roma-Tóquio.

Em seu discurso de posse, Churchill afirmou que não prometia além de sangue, suor e lágrimas. Duas semanas depois, a França anunciou que iria se render a Alemanha dado o fato da superioridade de suas tropas. O primeiro-ministro foi até a França para convencer o governo francês a continuar na luta. Mas foi em vão. Em uma decisão controversa, Churchill ordenou que a marinha britânica bombardeasse a frota naval francesa estacionada no norte da África. Este é apenas o começo de uma longa batalha.

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