SpaceShip Two

O mundo científico está em estado de choque com o acidente da nave espacial fabricada pela empresa britânica Virgin Galactic, que matou o piloto de testes Michael Alsbury e feriu o seu colega Peter Siebold. Tal artefato explodiu em pleno ar no deserto de Mojave, no estado americano da Califórnia. Tanto que o dono da empresa, Richard Branson foi até o local para dissipar dúvidas sobre o programa de viagens espaciais e garantir que a Virgin irá prosseguir com isso.

Este é o sintoma dos problemas do uso de veículos espaciais por empresas privadas. Os Estados Unidos praticamente privatizarão a fabricação de foguetes e naves para economizar verbas do orçamento da agência espacial NASA. Depois que uma nave não-tripulada explodiu no momento que foi lançada da base da NASA no estado americano da Virginia.  Os questionamentos sobre a privatização do espaço continuam sendo pertinentes em um momento de exploração espacial.

A NASA permite que empresas como a Boeing e SpaceX fabriquem naves como uma forma de não depender dos rústicos veículos espaciais russos como a Soyuz. Desde do fim do uso do Ônibus Espacial em 2011. A agência espacial tem usado foguetes comerciais para fornecer mantimentos e experimentos para a Estação Espacial Internacional. Tais aeronaves são de suma importância para o futuro da exploração espacial nos próximos anos.

As investigação feita pela US National Transportation Safety Board (NTSB) irão determinar o que aconteceu com a nave SpaceShip Two. Os jornais britânicos tem criticado Branson pela falta de transparência em seu programa espacial. A Virgin Galactic prometeu oferecer voos suborbitais para turistas que pagaram mais de um milhão de dólares pelas passagens. Tal projeto tem sido adiado constantemente por atrasos do mesmo.

Branson prometeu que irá colaborar com as investigações além de afirmar que o programa espacial de sua companhia irá continuar com o objetivo de levar turistas ao espaço. Mas os efeitos do acidente tem afetado as finanças da Virgin Galactic, que tem dívidas e depende de investidores de fundos soberano de países árabes como Emirados Árabes Unidos. A SpaceShip Two lança questões sobre a viabilidade de um projeto comercial tão ambicioso. As dúvidas irão se dissipar com as invetigações da NTSB.

 

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