Discutindo filosofia

A filosofia foi criada como uma forma de discutir as ideias do homem em relação ao mundo que vivia. Bem, nos últimos anos, tal dialética perdeu espaço para questões contemporâneas como apertar o seu baseado de maconha, qual é a melhor forma de derrotar o maldito capitalismo e de que forma podemos resistir ao imperialismo yankee (escrevo desse jeito para irritar os estudantes esquerdistas). A pergunta que fica: Como discutiremos a estrutura filosófica no mundo atual.

Mas percebo que os filósofos esqueceram as ideias debaixo da cama. Nós temos que aturar a batalha ideológica entre esquerda e direita. Bem que isso poderia ser resolvido em uma arena de MMA. O ser humano gosta de ver sangue ou testemunhar dois idiotas brigando por nada mesmo. Esta teoria está correta, mas vou te espancar no octagon. Isto seria maravilhoso para o mundo das lutas ao ver que dois crânios podem ir pra porrada sem termos traumas na cuca.

Este mundo precisa de ideias e não de ideólogos. Napoleão Bonaparte (um baixinho de 1,54 que conquistou a Europa inteira no começo do século 19) fazia críticas as ideologias da revolução francesa (um período onde a diversão popular era ver o festival da guilhotina, onde nobres tinham as suas cabeças decapitadas) porque a França viveu uma baita confusão que fez nascer este projeto francês de miniatura de Júlio César (vai pesquisar na Barsa que é melhor do que google, jovem leitor).

Mais os nobres filósofos ficam em suas casas divagando sobre a sociedade que vivemos. Isso mostra como o ócio vagabundivo faz parte da humanidade. Nenhum intelectual foi fazer as compras do mês ou entrar em uma guerra contra vizinho que come a mulher dos outros e grava um vídeo para provar tal ato. Isso lembra a frase do premiê britânico Winston Churchill que afirmava que os britânicos eram burros e os franceses eram inteligentes (bem, o Reino Unido foi capaz de deter Hitler enquanto uma parte da França ficou puxando saco do nazista-mor).

A discussão da filosofia é de suma importância da humanidade. Mas tais intelectuais precisam ter os pezinhos no chão para enfrentar a dura realidade que vivem, Temos que discutir temas filosóficos de forma simples e não em uma linguagem rebuscada de faculdade empanturrada de maconha (é o único local confiável para esconder a erva). Este trabalho engenhoso precisa ser feita para uma população que quer consumir ideias, mas não quer um monte de bobagens filosóficas.

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